domingo, julho 20, 2014

MAIS PUXADINHOS PARA OS VOVÔS!!


Olha essa notícia amigos do Banco Paju.
Uma cidade dos EUA quer mais ‘puxadinhos’ para que famílias recebam avós em casa. É verdade!!
Segundo o site As Boas Novas.Com, além de aproximar a família, o espaço pode ser alugado para turistas quando não estiver em uso.
Diz também a matéria que em alguns países, segundo imóvel no mesmo terreno é proibido.
Vejamos os detalhes.
Em Portland (Estados Unidos), o governo está estimulando as famílias e ficarem mais próximas de seus idosos. O projeto que ficou conhecido como “Casa da Vovó” consiste na construção de moradias nos fundos das casas para receber ou abrigar permanentemente avôs e avós.
A iniciativa chama atenção porque em diversas partes do mundo a construção de uma casa independente em um terreno que já tenha um imóvel é proibida. Lá, entretanto, a prática está sendo estimulada já que, além de aproximar a família, ela pode ser uma fonte alternativa de renda.
Isso porque muitos moradores estão aproveitando para alugar esses espaços para turistas por preços mais acessíveis, quando os avós não estão na cidade.
Gostei muito. O idoso tem sido negligenciado no ocidente já faz muito tempo.
Parabéns ao idealizadores da ideia.
Banco Paju
Por
Eudasio Alves.

sexta-feira, julho 18, 2014

NOVOS OBJETIVOS?


Olá amigos do Banco Paju saúde sustentável para vocês.
Hoje a nossa reflexão se fará com a matéria colhida do site Envolverde por Thalif Deen, da IPS, onde se publicou que os Países ricos também deverão cumprir novos objetivos de desenvolvimento.
Vejamos na íntegra.
A Organização das Nações Unidas (ONU) discute um novo conjunto de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que substituirá os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), cujo cumprimento vence no final de 2015. Os novos ODS propostos, cerca de 17 ou mais, serão uma parte integral da agenda de desenvolvimento da ONU posterior a 2015, que, entre outras coisas, busca erradicar da face da Terra a extrema pobreza e a fome até 2030.
Neeli Kroes, da Comissão Europeia, órgão executivo da União Europeia (UE), disse que a nova agenda das Nações Unidas foi descrita como o “empreendimento em matéria de desenvolvimento mais completo e de maior alcance jamais assumido pela ONU em toda sua história”. Mas Jen Martens, diretor da organização Global Policy Forum (Fórum de Políticas Mundiais), disse à IPS que, no geral, a atual lista de objetivos e metas propostos não constitui uma resposta adequada às crises social, econômica e ambiental que o mundo enfrenta, nem à necessidade de uma mudança fundamental.
Os ODS propostos contêm uma mescla de velhos compromissos reciclados e de novos vagamente formulados, como o que diz: “assegurar a mobilização significativa de recursos de uma variedade de fontes para oferecer os meios adequados e previsíveis a fim de implantar programas e políticas para erradicar a pobreza em todas suas dimensões”, afirmou Martens.
Especialistas em desenvolvimento coincidem em que as nações ricas praticamente não conseguiram cumprir suas obrigações relacionadas com o oitavo dos ODM, que exorta a “fomentar uma aliança mundial para o desenvolvimento” com os países do Sul em desenvolvimento. O Centro do Sul, com sede em Genebra, recomenda: “Os ODS não devem ser um conjunto de objetivos a serem perseguidos apenas pelas nações em desenvolvimento como se fosse um tipo de condição ou de novas obrigações”.

O documento final da Rio+20, como é conhecida a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável realizada no Brasil em 2012, especifica que as novas metas devem “ser aplicadas de forma universal a todos os países”, inclusive aos de economias ricas. Os 17 novos objetivos, redigidos por um grupo de trabalho aberto, inclui propostas para erradicar a fome e a pobreza, conseguir vidas saudáveis, oferecer uma educação de qualidade, conseguir a igualdade de gênero e reduzir as desigualdades.
Também prevê o uso sustentável da água e o saneamento, energia para todos, emprego produtivo, industrialização, proteção dos ecossistemas terrestres e fortalecimento da aliança global para o desenvolvimento sustentável. O grupo de trabalho encerra hoje sua 13ª rodada de negociações, provavelmente a última, após a qual deverá elaborar um relatório e apresentá-lo à Assembleia Geral da ONU em agosto. Depois, os governantes dos países membros deverão aprovar o conjunto dos objetivos em setembro do próximo ano. Até então, segundo disse um alto oficial da ONU que pediu para não ser identificado, “poderá haver um monte de acréscimos e eliminações”.
Martens, que monitorou as 12 últimas sessões de do grupo de trabalho, apontou à IPS que os governos não devem repetir o erro cometido com o oitavo ODM sobre a “aliança mundial”, cuja formulação foi tão vaga que não implicou nenhum compromisso vinculante para o Norte industrial. “O que necessitamos são objetivos quantificáveis para os ricos”, opinou.
A agenda posterior a 2015 deve abordar os obstáculos estruturais e as barreiras políticas que impediram o cumprimento dos ODM, como o comércio injusto e as normas de investimento (incluindo o mecanismo de resolução de disputas) e os problemas da evasão e fraude fiscais das transnacionais e das pessoas mais ricas. “Por que não propormos acabar com todos os paraísos fiscais até 2020?, perguntou.
As organizações não governamentais criticaram muito que a água e o saneamento não tenham formado um “objetivo em si mesmo” nos ODM e só foram uma meta secundária do sétimo: “garantir a sustentabilidade do ambiente”.

Nadya Kassam, diretora de campanhas da organização WaterAid, com sede em Londres, afirmou à IPS: “acreditamos que a água e o saneamento devem ser um objetivo em si mesmo depois de 2015, e até onde podemos ver, resulta alentador”. É impensável não incluir esses temas nem a higiene, que são fundamentais para alcançar outros, como o de boa saúde, educação, crescimento econômico, acrescentou. O sueco Jan Eliasson, subsecretário-geral da ONU, deixou clara a importância do saneamento com sua campanha para erradicar a defecação ao ar livre, que WaterAid integra.
Depois de quase 15 anos desde que foram acordados os ODM, foi alcançado o objetivo de reduzir pela metade a proporção de pessoas sem água potável. Mas na África subsaariana 36% da população ainda não tem acesso a esse recurso. Kassam ressaltou que o acesso ao saneamento continua muito atrasado e, no ritmo atual, a região vai demorar 150 anos só para conseguir a meta prevista nos ODM, que estão por expirar. “Assim, a água, e em particular o saneamento, têm de ser de primordial importância para o futuro”, acrescentou.
Martens disse que é um sinal positivo um dos objetivos propostos nos ODS seja reduzir a igualdade dentro e entre os países. “É de vital importância que este objetivo não se perca na fase final das negociações”, acrescentou. Mas não será suficiente apenas com um objetivo sobre desigualdade; cada ODS deveria ter metas e indicadores sobre a distribuição e a desigualdade, afirmou.
A organização Repórteres Sem Fronteiras divulgou um comunicado no dia 14, indicando que houve um “acalorado debate, com a oposição de alguns integrantes da equipe de trabalho, como Rússia, Cuba e China”, a respeito de um dos ODS sobre informação e meios de comunicação. A proteção de direito à informação corre risco de ser debilitada ou desaparecer de todo e poderia ser substituída por uma vaga referência à liberdade de expressão, acrescenta a nota.
Na Cúpula do Milênio, realizada em Nova York, em setembro de 2000, 189 Estados membros da ONU adotaram a Declaração do Milênio com base em vários documentos surgidos de diferentes conferências internacionais na década anterior e que tratavam sobre população, direitos humanos, ambiente, habitat e desenvolvimento social. Depois, em agosto de 2001, a secretaria da ONU adotou os oito ODM.

Na ocasião, os objetivos não foram redigidos pelos governos por meio de um debate aberto, mas por um comitê criado a partir de vários órgãos da ONU, como Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional, Fundo das Nações Unidas para a Infância, Fundo de População das Nações Unidas, Organização Mundial da Saúde e Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos. Os ODM tampouco foram objeto de uma resolução formal da Assembleia Geral.
As metas pretendiam reduzir pela metade a proporção de pessoas que vivem na indigência e sofrem fome, conseguir a educação primária universal, promover a igualdade de gênero, reduzir a mortalidade infantil em dois terços e a materna em três quartos, entre 1990 e 2015. Também propunham lutar contra a expansão do vírus HIV, causador da aids, a malária e outras enfermidades, garantir a sustentabilidade ambiental e gerar uma aliança mundial para o desenvolvimento entre o Norte e o Sul. Envolverde/IPS
Muito boa a matéria.
Abraços para os amigos e até breve.
Banco Paju
Por
Eudasio Alves

quarta-feira, julho 16, 2014

ECOPARQUE EM S. PAULO PROMETE COMPOSTAGEM


Olá pessoal, bom dia para vocês
Hoje eu trouxe para vocês essa matéria sobre um Ecoparque que S. Paulo está lançando.
O crédito é da Revista Sustentabilidade por Alexandre Spatuzza       .
Vejamos na íntegra.
A prefeitura do município de SP anunciou um Ecoparque com uma central de compostagem de resíduos sólidos orgânicos. Ele faz parte da meta da prefeitura de atingir 20% reciclagem das 20 mil toneladas recolhidas diariamente.
Provavelmente localizado na Zona Sul, o Ecoparque acompanhará a criação da segunda central de triagem automatizada de 250 toneladas diárias.
O projeto prevê instruir as concessionárias a trabalhar o resíduo orgânico coletado separadamente do resíduo sólido, cuja capacidade de triagem e destino para reciclagem também está ganhando escala.
Uma das principais fontes do resíduo orgânico serão as feiras livres, que segundo a AMLURB, poderá ser transformado em compostagem de altíssima qualidade para ser distribuída para hortas urbanas e orgânicas.
A central contará também com um biodigestor e minhocário, o primeiro fornecerá energia para a segunda central de triagem que será inaugurada no terreno ao lado.
O composto resultante será destinado para a jardinagem da prefeitura, parques e remediação de áreas. No início, ele também será distribuído para hortas urbanas que cresce vertiginosamente na cidade.
CONTEXTUALIZAÇÃO
Com a aprovação do Plano Diretor, a prefeitura está agora livre para dar continuidade ao projeto anunciado no início da gestão de elevar a reciclagem dos resíduos dos cerca de 2% para 20%. (se levarmos em conta o montante coletado atualmente isto significa elevar de 400 toneladas por dia para 4000 toneladas por dia a reciclagem).
Durante anos, a reciclagem na cidade esteve estacionada por falta de visão e inovação, apesar da boa receptividade da população. A única medida viśivel nesta área foram os ecopontos que transbordaram assim que abertos, tamanha a conscientização da população e a necessidade de um local de descarte para resíduos e materiais não coletados pelo sistema de limpeza urbana.
Os primeiros 10% da taxa de reciclagem serão atendidos pelas centrais mecanizadas de triagem, cuja primeira no Bom Retiro já foi inaugurada. Para chegar a 20%, serão compostados os resíduos orgânicos com tecnologias conhecidas e testadas.
Segundo o Plano Diretor recentemente aprovado, serão implantadas quatro centrais de triagem de resíduos secos, quatro de pré-tratamento para resíduos orgâncios e três centrais de compostagem conhecidas como Ecoparques – Tratamento Mecânico Biológico.
Também está na ordem, aumentar o número de cooperativas trabalhando na cidade, com a devida capacitação. Isto significa inclusão dos catadores na rua que fazem a maior parte do trabalho de reciclagem da cidade informalmente.
Até que enfim a prefeitura de SP começa a abordar realisticamente a gestão dos resíduos e encarando de frente a realidade dos resíduos orgânicos que compõem 60% dos resíduos domiciliares.
Torçamos para que tudo aconteça conforme a necessidade.
Banco Paju
Por

Eudasio Alves

segunda-feira, julho 14, 2014

MULTA PARA QUEM SUJAR?


Olha essa pessoal.
Segundo a Revista Sustentabilidade, a exemplo da cidade do Rio de Janeiro, a capital do Piauí, Teresina, também vai passar a multar quem for flagrado jogando lixo na rua. A fiscalização da Lei Lixo Zero, que multa os infratores em R$ 100, teve início na quarta-feira, 5 de fevereiro, na região do centro. Nenhuma autuação foi emitida e os fiscais apenas repassaram orientações.
Inicialmente a fiscalização vai se concentrar na Praça Rio Branco, Praça da Bandeira, Landri Sales, João Luís Ferreira e na Avenida Frei Serafim, de segunda a sábado, das 08 às 18 horas.
De acordo com o gerente de fiscalização da Superintendência de Desenvolvimento Urbano (SDU) Centro Norte, Alexandre Mariano, há 24 fiscais e 15 seguranças já distribuídos nestes pontos. Ele explicou que na quinta-feira (6) eles apenas deram orientações, além de informarem a vigência e as penalidades da lei.
Mas a partir de sexta-feira (7) é tolerância zero. Sobre a multa, ele adverte que o pagamento não será feito ao fiscal. Quem for abordado, deve apenas apresentar documento de identificação para o registro da multa. “É importante a gente colocar que a multa não será paga ao fiscal. A pessoa será autuada e vai procurar uma SDU e retirar o boleto para pagamento”, esclareceu Alexandre ao jornal Meio Norte.
Ação e reação
Caso o sujão não efetue o pagamento, seu nome vai para a dívida ativa da cidade. “Se não o fizer nós vamos o inscrever na dívida ativa do município e a pessoa não vai poder utilizar os serviços da prefeitura”, garante. Qualquer pessoa que sujar locais públicos, como a rua, está sujeita a multas.
Motoristas que jogam lixo pela janela do carro também serão autuados. “O fiscal anota a placa, identificamos o proprietário”, explica o gerente, ao acrescentar que o órgão de infração dá o prazo de 10 dias para o motorista recorrer da multa. Seguranças estão preparados para eventuais reações por parte do infrator.
Educação ambiental
Se houver insistência em desrespeitar a lei, Alexandre conta que os fiscais poderão fazer uso da força policial. “Nossa equipe de segurança vai tentar convencer a pessoa. Caso haja resistência pode ocorrer o uso da força policial.” Para garantir que o cidadão cumpra a determinação, a Prefeitura, por meio da SDU Centro/Norte, vai implantar mais 250 novas lixeiras para serem instaladas em diversos pontos do centro da cidade, principalmente naqueles locais onde há um fluxo maior de pessoas.
“Já existe planejamento para concurso para novos fiscais e todo o dinheiro arrecado será investido em educação ambiental”, destaca. Uma das autoras do projeto, a vereadora Rosário Bezerra ressalta a importância da fiscalização para que a lei tenha eficácia. “Essa lei tem como objetivo a conscientização da população, para que tenhamos uma cidade mais limpa e organizada. Para isso, a prefeitura tem de criar mecanismos necessárias para seu cumprimento, como a implantação de novas lixeiras e a contratação dos fiscais do lixo”, sugere.
Essa iniciativa já deveria ser lei em todas as cidades do País para que o povo fosse se educando.
Banco Paju
Por

Eudasio Alves